O fim de um mundo
Romper o casulo dói, mas permanecer nele também tem um preço. Algumas despedidas são apenas o começo de uma nova forma de existir.
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Romper o casulo dói, mas permanecer nele também tem um preço. Algumas despedidas são apenas o começo de uma nova forma de existir.
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A revista piauí conversa com a escritora mineira às vésperas da reedição de sua obra em prosa.

Enxergar o que nos feriu é apenas o primeiro passo. A lucidez só se torna libertação quando nos ajuda a sair do lugar que continua nos adoecendo.

Algumas músicas sobrevivem às mudanças de formato, às gavetas e ao tempo. Permanecem como arquivos íntimos de quem fomos.

Uma atendente acolhedora, usuários exaustos e uma pergunta: por que ainda tratamos respeito como favor quando ele deveria fazer parte do serviço?
Quando o tempo deixa de ser consumido por comparações, notificações e vidas impecáveis, a realidade reaparece: a janela, o amanhecer, a conversa e o silêncio.

Um gesto simples, no semáforo de uma tarde quente, devolve à narradora um pouco da esperança no ser humano.

Cobrança, demora, falta de documento fiscal e tratamento pouco humano transformam um procedimento de saúde em outra fonte de desgaste.

A pandemia deixaria luto e colapso financeiro; o desafio era atravessá-la sem perder a capacidade de aprender e cuidar.

Na sala de espera, nascimentos, casamentos, separações e mortes dividem as mesmas cadeiras e a mesma senha.
Livros que ampliam o olhar e permanecem conosco depois da última página.
Uma edição brasileira que reúne o Manual e uma seleção de discursos sobre liberdade interior, escolhas e aquilo que realmente depende de nós.
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