Hoje, o trabalho me permitiu conhecer Dona Albertina.
No auge dos seus 80 anos, metade deles vividos na Santa Casa de Igarapava, ela já ocupou diversas funções na instituição. Hoje, na rouparia, continua exercendo suas atividades como costureira, sempre “com amor, com alegria e por necessidade”.
Há pessoas que não apenas trabalham: deixam marcas. Dona Albertina é uma delas. Daquelas presenças que ajudam a sustentar a rotina de um lugar e, ao mesmo tempo, lembram que dignidade, disposição e afeto também fazem parte do ofício.
