O Brasil venceu a Croácia por 3 a 1, empatou sem gols com o México e derrotou Camarões por 4 a 1. Nas oitavas, empatou por 1 a 1 com o Chile e avançou nos pênaltis. Depois, superou a Colômbia por 2 a 1.
A Costa Rica venceu o Uruguai por 3 a 1, derrotou a Itália por 1 a 0 e empatou sem gols com a Inglaterra. Nas oitavas, eliminou a Grécia nos pênaltis. Contra os Países Baixos, segurou o 0 a 0 por 120 minutos e só deixou a competição em nova disputa de penalidades.
A comparação dizia muito sobre aquela Copa.
A Costa Rica enfrentou três campeões mundiais ainda na fase de grupos e jogou sem medo. O Brasil chegou à semifinal sem ter enfrentado, até então, uma seleção campeã mundial.
Enquanto parte do país lamentava a ausência de Neymar, os costarriquenhos mostravam que futebol também se constrói com organização, coragem e compromisso coletivo.
A Costa Rica não levou a taça. Mas sua campanha mereceu um lugar definitivo na memória daquela Copa.
