Chove em Uberaba e os danos aparecem.

Pior do que os efeitos naturais é ver o dinheiro público seguir junto com a enxurrada. Trechos recém-remendados da avenida Santos Dumont foram parar sobre as calçadas. Na rua Antônio Pedro Naves, ao lado do Generoso Lenza, o asfalto colocado havia pouco tempo já estava destruído.

Quando uma obra precisa ser refeita semanas depois, a pergunta é inevitável: quem paga o prejuízo?

Por onde se passava, havia uma intervenção. Dias depois, surgia a necessidade de outra obra no mesmo lugar.

A chuva pode ser inevitável. O desperdício, não.