O ex-atacante, natural de Guará, tem uma longa história com o futebol, desde o início da carreira no Francana, em 1973.
O eterno Silvinho do Uberaba Sport Club, também defendeu equipes pelo Brasil, como Olímpia, Uberlândia, Comercial de Ribeirão Preto, Mirassol, Atlético Goianiense e Goiás. Ainda em Uberaba, passou pelo Nacional Futebol Clube.
Casado há 29 anos com Silvana Mara Idaló Rodrigues. Silvinho tem dois filhos, Diego, que já lhe deu a primeira neta e Eduardo Idaló.
Com 57 anos e há 27 longe do futebol, Silvinho atua como negociador de lances em leilões de gado. Atualmente, trabalha como free-lancer para as duas maiores empresas promotoras de leilão de Gado de Elite do Brasil e passa a maior parte do tempo acompanhando o grupo.
Silvinho participou de muitas partidas importantes, mas relembra as emoções do jogo entre Uberaba e Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro, em 1978. "Apesar de termos perdido a partida por 2 a 1, o jogo foi emocionante e marquei o gol do Uberaba, com uma cobrança de falta. Nesse jogo, o Uberaba levou 25 mil pessoas ao Engenheiro João Guido e foi eliminado das quartas de final do Brasileirão, na melhor campanha do Colorado no campeonato nacional".
Se contra o Cruzeiro, Silvinho guarda uma boa lembrança, contra o Atlético Mineiro, no mesmo ano, a história não é tão agradável. De novo o jogador abriu o placar para o Uberaba, no Mineirão, mas o Galo virou em cima do Colorado e fechou a partida em 6 a 1.
E o jogador tem uma lista de gols significativos. "Um gol contra o Santos, no campeonato paulista de 1980, com o Francana. Os dois, no Uberabão lotado, contra o Vila Nova, em 1977, pelo Módulo A do Campeonato Mineiro. E por último, em 1982, contra o Nacional jogando no Uberlândia, defini o placar de 2 a 1, com um gol olímpico. O resultado rebaixou o Nacional para a segunda divisão do Campeonato Mineiro."
Receber este Troféu da Seleção de Todos os Tempos, que a Rádio JM e o Jornal da Manhã prepararam para estes jogadores imortais de Uberaba, é gratificante. "É uma grande satisfação. valeu muito a pena ter vindo do Goiás para o USC em 1977, porque aqui conheci minha esposa, constitui família e fui muito feliz dentro do Uberaba Sport. Hoje me sinto uberabense, tenho o colorado no coração e receber essa homenagem é como um reconhecimento pelo me trabalho, mesmo estando longe dos gramados a tanto tempo."
